Será que o amor foi esquecido
Ou fôra corrompido com a ambição carnal?
O pecado mora ao lado
Ou o ser declarado iluminado
Segue o caminho do mal
Corações que batiam na busca da paz,
Já não batem mais
pois, o sangue jorra no campo de batalha
Moedas e cédulas cortam as vísceras
do homem que vende a alma e não acalma
à ambição que consome
Seus filhos não terão água
beberão a mágoa
resto de um maltrato insano
O ser que se chama humano
ídolo profano de um fato consumado
Fracasso de um sonho errado no
qual a obra destrói o criador
Na sobra somente à dor
de ver que ha sobra daquilo que falta
Quem sou eu
- Girderlândio Lemos
- Jequié, Ba, Brazil
- site: www.uqmarketing.com.br Designer profissional, Formado em Marketing, Trabalhos desenvolvidos em Agências de Publicidade, Assessorias de comunicação e gráficas, Três livros escritos, ainda não publicados.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Merecedores do Caos
Todos são tão comuns
Uns mais comuns que outros
Mórbidos em seu comunismo
Sórdidos em normalismo
Cheios de pessimismo
E de almas amarradas
Ao verde cifrão capital
O ímpeto é imprudente
Dicentemente cumplicente
Diceminante, doente
A febril voracidade
Dos escárnios suburbanos
Crepuscula-se em íntimo
Enaltecidos internautas
Corruptíveis, corruptos
Infelizmente nauseabundos
pois seus corpos infecundos
São o que há de apocalíptico
Bélicos, blasfeminadores da obscuridade
Psicodélicos, efêmeros
Não tem sexo ou gênero
São coisas
Òrbitas
Natureza morta
Ofusca o angiosperma
Trucida o gênese lírico
E no globo-ocular
Dicípa-se a larva
Surge o verme
Uns mais comuns que outros
Mórbidos em seu comunismo
Sórdidos em normalismo
Cheios de pessimismo
E de almas amarradas
Ao verde cifrão capital
O ímpeto é imprudente
Dicentemente cumplicente
Diceminante, doente
A febril voracidade
Dos escárnios suburbanos
Crepuscula-se em íntimo
Enaltecidos internautas
Corruptíveis, corruptos
Infelizmente nauseabundos
pois seus corpos infecundos
São o que há de apocalíptico
Bélicos, blasfeminadores da obscuridade
Psicodélicos, efêmeros
Não tem sexo ou gênero
São coisas
Òrbitas
Natureza morta
Ofusca o angiosperma
Trucida o gênese lírico
E no globo-ocular
Dicípa-se a larva
Surge o verme
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