Sinto profundamente,
Sinto como se sente,
Uma dor demente, inocente, quente
Doente demais pra doer de verdade
Agora a saudade, crava fundo a sua marca
E encharca o chão frio
O marejar do olhar de quem ama
É um símbolo, um ideograma
Ideologia do dia em que a dor começou
E agora parou
Parou o corpo, a mente, a dor
A cura chegou de uma forma dura
Mas o que fazer se é certeza
Que tal como a mesa fria
O corpo um dia... pára
Mas ao menos leva consigo
o sofrimento vivido
a dor de um corpo doído
e agora é proibido chorar
É hora de encerrar a conversa
E pedir aos céus
Que apenas impeça que a dor continue
Pois quem fica continua sofrendo
Chorando,
Gritando,
Esperando,
O dia da cura chegar.
Quem sou eu
- Girderlândio Lemos
- Jequié, Ba, Brazil
- site: www.uqmarketing.com.br Designer profissional, Formado em Marketing, Trabalhos desenvolvidos em Agências de Publicidade, Assessorias de comunicação e gráficas, Três livros escritos, ainda não publicados.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
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