<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444</id><updated>2012-02-16T15:44:05.878-08:00</updated><title type='text'>Alegorias de uma vida</title><subtitle type='html'>O que penso e sinto, ou seja, o que me faz existir(todos os direitos reservados)</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-8851943009051742781</id><published>2010-03-10T18:57:00.001-08:00</published><updated>2010-03-10T19:07:03.130-08:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Paginas 12,13 e 14</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"  &gt;&lt;div style="background-color: rgb(255, 255, 255); font: 13px/19px Georgia,'Times New Roman','Bitstream Charter',Times,serif; padding: 0.6em; margin: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/meu-livro-viver-e-uma-arte-predificil.html"&gt;Ver página 01 do livro&lt;/a&gt; / &lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2010/02/viver-e-uma-arte-pagina-11.html"&gt;Ver página anterior&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse tempo, minha querida avó veio morar conosco, pois, acreditava que minha mãe não desse conta de cuidar de uma criança. E ela estava certa. Nessa última surra o cinto cheio de ódio acertou o meu olho esquerdo e, se minha avó não estivesse comigo nesse dia, com certeza eu estaria cego agora. Dr. Givaldo foi um grande amigo. Pois sempre cuidava de mim de uma maneira especial. Minha avó dizia que quando eu chegava em crise ele a mandava entrar, tendo a fila que tivesse, eu era atendido imediatamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" mce_fixed="1" mce_style="line-height: normal; " style="line-height: normal;font-size:x-small;" &gt;...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Júlio foi um paciente especial. O conheci com poucos meses de vida, era pequenino, abaixo do peso normal. Sua cabeça tinha uma deformação, era murcha na parte anterior. Provalvelmente causada por efeito de algum medicamento tomado por sua mãe tomara durante a gravidez. Pedi muitos exames quando ele chegou a clínica, desmaiado e com insuficiência respiratória. D. Arminda, desesperada, implorava em prantos. - Pelo amor de Deus, Doutor. Não deixe meu filhinho morrer. Pelo amor de Deus. Enquanto a criança era internada na UTI.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Algumas vezes eu tive que dar a ela medicamentos para baixar a pressão já que a senhora, nervosa, tinha problemas de pressão alta e também acabava tornando-se, de certa forma, mais uma paciente. Nos exames constatei que Júlio tinha vários problemas: Desnutrição, insuficiência respiratória e um problema neurológico raro, que causava falha do sistema nervoso central o que fazia a criança perder os sentidos, um descontrole térmico abrupto causava uma série de convulsões que faziam seu corpo tremer e músculos enrijecerem, o corpo ficava paralisado tal como um desmaio porém bem mais perigoso, se ele ficasse mais que alguns minutos desacordado, poderia sofrer danos irreversíveis na memória e no próprio funcionamento normal do cérebro, o que obrigava-nos a acorda-lo mediante um tratamento de eletrochoque. Apesar desse triste quadro clínico, havia alguém que o amava mais do que tudo, e, estava disposta a comprar essa briga de vida e morte para que seu neto pudesse ser uma criança normal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;D. Arminda saia com a criança nos braços, com bonezinho na cabeça, e ia inúmeras vezes a igreja pedir melhoras para neto. Chegou a fazer promessa dizendo que iria a Bom Jesus da Lapa, com Júlio curado e com uma cabecinha de cera para agradecer a graça que ela acreditava, de coração que iria receber. Ela contou-me isso chorando e sorrindo quando Júlio completara, 5 anos de vida. Ela disse que já havia parado de dar os medicamentos que receitei pois a criança já não tinha mais convulsões. Eu, muito feliz pelo quadro ter se revertido, agradeci a Deus. E disse que sempre que ela precisasse sabia onde me encontrar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesses pensamentos dolorosos, adormeci. Em meu sonho, uma voz doce e macia dizia: "eu te amo", tudo era um vulto, uma névoa densa que deixava transparecer silhuetas deformadas como fumaça,  mas isso já não importava, o afago que aquela voz trazia me confortava. De repente, tudo começou a clarear e eu estava só, deitado na cama, olhando para o teto. Havia acordado, mas tudo que eu queria era continuar sonhando, ouvindo aquela voz, aquelas palavras...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Júlio!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Oi, mãe, por que você não veio almoçar? — disse eu apreensivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Eu não estava com fome, filho. O que você comeu?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Bem lembrado, mãe. Eu não comi nada. — respondi-lhe colocando a mão sobre a barriga que roncava.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Vista uma roupa, vamos jantar fora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Mas eu nem tomei banho ainda. — retruquei&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Tudo bem, o banho pode esperar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nós saímos e fomos jantar. Minha mãe não parecia a pessoa da noite anterior, estava meiga, dava-me conselhos para não beber ou fumar. Falou comigo até sobre drogas! Aquela era a Catarina sóbria, a Catarina prudente, a Catarina mãe. É incrível como uma pessoa pode adquirir faces tão diferentes. Quando alcoolizada, era sorridente, gostava de divertir-se de maneira não apropriada, as vezes ,enfurecida, jogava para alto o que estivesse mais perto na hora, chamava o demónio nas alucinações,e mal conseguia manter-se em pe. Porém a outra Catarina era triste, gostava de dar conselhos sobre a vida, me motivava nos estudos, brincava, às vezes, comigo e dava-me carinho. Essa Catarina eu sempre amei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois do jantar, voltamos para casa. Catarina reclamava de dores nas costas e cansaço, eu apenas ouvia sem saber o que dizer. Logo fomos deitar, mas não consegui dormir. Fiquei rolando de um lado para outro, me levantando em seguida, fui observar as estrelas que iluminavam o quintal. Sonhei acordado, ouvindo novamente o sussurrar daqueles lábios não muito visíveis, mas doces, os quais outrora me fizeram feliz em um sonho. Acordei cedo para ir ao colégio. A mesa do café estava posta e sobre a toalha, um bilhete dizendo:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span mce_style="color: #0000ff;" style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;"Filho não fique sem se alimentar.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span mce_style="color: #0000ff;" style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Deixei café pronto e alguns pães no forno&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span mce_style="color: #0000ff;" style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Um beijo!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span mce_style="color: #0000ff;" style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;De sua mãe&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;span mce_style="color: #0000ff;" style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Catarina"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" mce_fixed="1" mce_style="line-height: normal; " style="line-height: normal;font-size:small;" &gt;A&lt;/span&gt;pós a leitura do bilhete, fiquei pensando no quanto seria bom se fosse sempre assim, uma amiga companheira, que estivesse sempre comigo. Alguém para eu chamar de mãe. No colégio, a aula foi chata como sempre. Marcos desenhava no canto esquerdo da sala em sua inseparável prancheta de desenho. Era aula de Literatura, a professora falava sobre uma época de escritores sonhadores, escreviam sobre o amor impossível, mas acreditavam que poderiam amar, para eles o amor era o motivo da existência, a mulher amada era o único ser vivente que poderia dar-lhes paz de espírito. - Por que eu não nasci nessa época? Perguntava para mim mesmo. Pois por mais mágoa que eu tivesse, por mais falta de carinho que me enfraquecesse, havia algo em mim que queria sair, uma vontade de dar amor, desejo que me queimava e concedia a facilidade de me relacionar com as pessoas, o que me tornava bastante popular no colégio, na rua, ou em qualquer lugar que eu fosse. Sempre buscava dar exatamente aquilo que eu não tinha e assim arranjava forças para sorrir e as vezes sonhar em uma vida melhor. Na volta para casa, eu andava cabisbaixo, Marcos me fazia companhia já que íamos na mesma direção. Uma garota passou por mim andando lentamente, eu quase não notei a não ser quando uma outra garota chamou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Ei, Joana, espere por mim! — gritou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Tudo bem, eu espero, mas anda logo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse momento um frio correu a espinha, o meu coração entrou num descompasso de susto. "Eu já ouvi essa voz em algum lugar" — pensei por um momento e parei. Lembrei do sonho, da imagem ofuscada que me disse eu te amo. Parei por um instante. Marcos que sempre voltava comigo indagou:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;— Anda, cara. Tá esperando o que?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não respondi. Na verdade nem ouvi direito o que ele falou. Minha respiração estava acelerada, foi quando tomei coragem e olhei para trás. As duas garotas entraram em um carro muito bonito; uma era morena com cabelos negros, um pouco baixa, talvez, a outra não deu para perceber a altura, o máximo que vi foi a ponta dos seus cabelos castanhos. Antes que ela entrasse completamente no carro. Não pude notar se havia mais alguém sentado no veículo a não ser um senhor, sério, com a aparência não muito cordial que dirigia o automóvel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Júlio! - Hã... o que? Oh, Marcos, foi mal, eu não vi você ai.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   O que deu em você, cara? Parou no tempo, foi? De quem e aquele carro que você tanto olhava?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—  De ninguém, Marcos, esquece, eu só achei que...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Vamos, fala. - Não, não, deixa pra lá.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;—   Ih... não estou gostando nada disso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Marcos me encheu o saco com isso durante todo o caminho, só tive sossego quando entrei em casa, mas ele jurou que iria descobrir o que eu estava escondendo. Meu coração, como sempre, estava aflito, mas desta vez era diferente, não era tristeza que o afligia, era curiosidade. Quem era a dona daquela voz? Como seria a face daquela garota cuja voz invadiu meus sonhos? Pensamentos surgiam, na mente de um adolescente de 17 anos. Imaginei uma mulher de curvas salientes e sedutoras que me desse deleite só de admirar o seu corpo. Outra figura que me veio foi a de uma garota horrível, barriguda com os dentes amontoados ou talvez ainda uma menina singela com os olhos verdes e com o corpo reto, e magro, como uma vara de bambu. Mas não a Dona daquela voz deveria ser linda. Eram muitas as imagens ,todavia a única coisa que eu poderia afirmar é que aquela voz não me saia da cabeça. Dias, meses e anos, pensei naquele rosto omisso nos meus delírios. Ao caminhar durante a noite, repetia para o vento o que no sonho ouvi pela primeira vez — "Eu te amo, eu te amo, eu te amo..."&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-8851943009051742781?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/8851943009051742781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=8851943009051742781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/8851943009051742781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/8851943009051742781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2010/03/viver-e-uma-arte-paginas-1213-e-14.html' title='Viver é uma arte - Paginas 12,13 e 14'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-8239737314380841058</id><published>2010-02-06T05:35:00.001-08:00</published><updated>2010-03-10T19:11:40.650-08:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Página 11</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style=";font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"  &gt;&lt;div style="background-color: rgb(255, 255, 255); font: 13px/19px Georgia,'Times New Roman','Bitstream Charter',Times,serif; padding: 0.6em; margin: 0px;"&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"  &gt;&lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/meu-livro-viver-e-uma-arte-predificil.html"&gt;Ver  página 01 do livro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Num acesso repentino de gargalhadas, eu, meio sem graça, acabei entrando na gozação e caindo na algazarra. O jogo continuou até o Sol baixar, fui para casa tomar banho. Não havia ninguém por lá, já que a minha mãe estava no trabalho. Liguei a televisão e deitei no sofá. Tudo parecia normal, comecei a fazer meu exercício de matemática, fritei uns ovos para comer com arroz, fui assistir a novela das oito. Até ouvir socos na porta e uma voz enrolada tentando dizer: "abra aqui...", já era tarde, passava da meia noite, porém, decidi abrir, afinal, já era costume minha mãe chegar tarde meio... você sabe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes eu estivesse errado, era ela sim, contudo não estava só, um cara careca, com a barba a fazer, fedendo a álcool e duas mulheres conhecidas como "amigas da minha mãe" vieram com ela. A noite foi interminável. Eu tentava dormir, mas o odor de álcool me dava náuseas, gargalhadas entravam pela porta do meu quarto numa tortura continua. Ouvi a porta se fechar e o barulho cessar por alguns minutos, concluindo que a visita indesejável já havia se retirado, levantei-me e fui para a sala. Eu tinha 10 anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-  O que é isso? - sussurrei para mim mesmo ao presenciar tão deplorável cena: minha mãe seminua era tocada por aquele bicho/homem, velho, gordo, fedendo como um cão samento, suado&lt;br /&gt;naquela orgia demoníaca. Não pude suportar aquilo e gritei: - Mãe!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse momento o homem a empurrou. meio que culpado e, rapidamente começou a vestir a roupa dizendo que era melhor ir embora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-  Não! Você não vai. Eu quero você, eu quero você. Dizia ela tirando a peça de roupa que faltava. Ele, tentado pela volúpia, abraçou-a e deu-lhe um beijo nojento. Eu corri para perto e afastei os&lt;br /&gt;dois.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Mãe, a senhora não tem vergonha? Como é capaz de fazer isso aqui? Dentro da nossa casa? -&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Ele tá certo, Cat, eu vou embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela desesperada agarrou-lhe as pernas implorando para que não fosse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não pude me conter, o meu coração apertado chorava. Enquanto isso ela se humilhava e o homem tentava vestir a camisa, apesar da insistência para que não o fizesse. Eu me aproximei para segura-la, mas  fui  repreendido  rudemente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;-  Saia  daqui,   demónio,   filho desgraçado!  Sua alegria e me ver só, não e?  Saia!  Vá embora!! Vá pro inferno!!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Morri mais uma vez, o homem se foi, mas a ferida ficou. Chorei muito, minha mãe, xingou, xingou, mas logo adormeceu anestesiada pelo álcool. Era mais uma noite comum na minha vida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais um dia nasce. Catarina acorda com horríveis dores de cabeça e não se lembra de nada sobre a noite que passou, ou, pelo menos, finge não lembrar para não admitir a loucura e a sua falta de amor próprio. Fiz o café, ela entrou na cozinha, olhou, mas não comeu nada, saiu sem dizer uma palavra. Enquanto a mim, sentamo-nos a mesa, eu e Deus, para o café da manhã. Fui para o colégio, naquele dia estava marcada uma prova, a qual, mais uma vez, não tive ânimo para estudar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Terminada a prova, fui andar para ver se esfriava um pouco a cabeça, mas de nada adiantou, andei durante horas embaixo do Sol e voltei para casa. Minha mãe não tinha ainda dado sinal de vida, pois não veio almoçar. Peguei alguns livros. Hora ou outra lembrava as cenas deploráveis da noite anterior. Lembranças mais remotas me sucediam naquele instante como a vez em que minha mãe chegou tão bêbada que começou a me bater sem motivo algum. O cinto maldito me feria com a ponta da fivela, pois era daquele lado, o ponto melhor para tatuar o ódio e a loucura desesperada de Catarina.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-8239737314380841058?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/8239737314380841058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=8239737314380841058' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/8239737314380841058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/8239737314380841058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2010/02/viver-e-uma-arte-pagina-11.html' title='Viver é uma arte - Página 11'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-1605959214058685713</id><published>2009-12-13T19:26:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T19:12:03.184-08:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Pag 08,09 e 10</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style=";font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"  &gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"  &gt;&lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/meu-livro-viver-e-uma-arte-predificil.html"&gt;Ver   página 01 do livro&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;...mergulhados em nossas lágrimas, debruçados sobre arrependimentos, tendo pena de nós mesmos. Nos revoltamos com o mundo e na insanidade do desespero, a falta da fé força-nos a desistir da luta, até que um amigo estende a mão, abre um sorriso e tenta nos colocar novamente na linha do destino.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os amigos dão motivação, apoio, força, mas para uma alma morta, pouco adianta isso, tive poucos amigos e muitos colegas, esses últimos são fáceis de se arranjar, uma conversa aqui, outra ali, um sorriso acolá e pronto, lá está você cercado de pessoas alegres que parecem ser amigos com letra maiúscula, mas uma das coisas mais certas do mundo é que nem tudo é o que parece ser. Minha mãe sempre dizia isso. Algumas vezes eu paro para pensar: "E minha mãe, será que teve amigos?". Durante todos os dias da minha vida, essa foi uma das perguntas dentre outras tantas que permaneceram sem resposta. Minha mãe D. Catarina sofreu muito depois que eu nasci, houve uma briga horrível entre ela e Cláudio, meu pai; adivinha só o motivo?&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ela o amava com todas as suas forças, porém ele não era assim. Nem a si próprio ele conhecia. Jurava, a respeito do amor que dizia sentir, foi quando tudo aconteceu.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na noite de reveillon, tudo parecia perfeito. Cada estrela no céu parecia brilhar nos olhos daquela jovem debutante, a qual Cláudio apaixonadamente disse: "Eu te amo." Em meio a areia da praia, corpos adolescentes, transpiravam e rolavam deixando as preocupações e tristezas serem carregadas pelas ondas. O céu parecia ter caído no mar, as estrelas boiavam na água, o vento que soprava vagarosamente levava consigo aqueles gemidos, a brisa, sem sucesso, tentava esfriar um pouco aqueles corpos incandescentes. E desse louco desejo, confundido com o amor, e que eu surgi. Cláudio mal completara seus dezoito anos. Catarina tentou esconder a gravidez. Com receio, decidiu, após o terceiro mês contar para Cláudio sobre o seu filho. Foi quando a máscara caiu. Fugindo para a capital para não se tornar um adulto precoce, Cláudio levou consigo parte de Catarina que se entregou a náufraga vida dos bêbados. Mergulhada num copo de uísque ela chorava noites e noites a fio. Enquanto a mim, ficava sentado na janela, admirando o duro contraste do silêncio da noite na minha frente e o barulho dos vidros, copos, gritos atirados dentro de casa. Havia momentos que o brilho do cinto ébrio me instigava a vontade de xingar, brigar e até agredir a minha mãe, mas qual o direito que eu tinha de acusa-la? Ela, assim como eu, estava sofrendo.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Amenizar a dor de Catarina com a minha própria passou a ser rotina, acabei me acostumando e descobri o gosto pela dor. A partir daí passei a sofrer menos. A dor da carne suavizou a dor da alma e fui vivendo tentando aprender o que era certo e errado, buscando no sorriso dos outros o meu próprio sorriso. E o mais importante de tudo: procurando a vida que eu não tinha, o amor que eu não conhecia, mas sabia que iria me fazer viver pela primeira vez.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Decidi buscar o amor em todos os lugares. De todas as formas. Me apaixonei inúmeras vezes. E amei, amei cada beijo, cada declaração que ouvia e dizia, aproveitando minha sensibilidade, amei, duas, três... e cai tantas quanto pude suportar. "Por que amar é tão difícil". Incessantemente questionei,   mas   nunca obtive respostas. Comecei a entender o por que do medo de amar, tão comum nos dias de hoje. Semana passada ouvi de uma garota que o amor não existia e que o sexo era igual o amor, caso fosse assim, meus pais ainda estariam juntos e eu estaria com uma outra narrativa. Cláudio não amava catarina. Pois se amasse eu não o chamaria de Cláudio e sim de PAI...&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;- Aquela viajem foi a pior que já fiz. Catarina realmente mexeu comigo, nunca antes eu havia sentido vontade de estar o tempo todo com alguém como estava com ela. Essa gravidez veio em péssima hora e pior, sua família queria que eu me casasse com ela. Fui eu quem registrou Júlio no cartório, fui para o hospital ver meu filho. Ele se parecia comigo, apesar de tê-lo visto rapidamente senti algo que nunca havia sentido antes, uma aflição desvairada. No fundo, eu queria ficar; mas não podia deixar minha vida, juventude, minhas vontades para assumir aquela criança. Aliás, Catarina já havia aprontado muito comigo, vexames em bares, escândalos em festas, ela era alcoólatra contudo não admitia que alguém lhe dissesse isso. Minha família a adorava, eles nunca a viram beber, e ela , quando sóbria, era realmente uma mulher fantástica, cheia de sonhos, carinhosa, até mesmo um pouco tímida. Eu a amava, mas não poderia continuar com ela. Não gosto de ser obrigado a nada, sua família praticamente me obrigou a casar, eu não estava pronto para ser pai, a culpa foi dela pela gravidez, ela deveria ter se previnido, pois sabia que eu detestava camisinha. Sinto pelo que aconteceu entre nós, não sei como é meu filho, já que o vi apenas quando era um bebé, sei apenas que Catarina é uma mulher forte e irá virar-se bem sem mim. Não daria certo, eu odeio cigarro e ela fuma, ela bebe em demasia e eu não gosto escândalos, sou jovem e tenho que viver a vida, a juventude não volta mais então como posso perder a chance de aproveitar esse tempo precioso que chamamos de adolescência. Talvez um dia eu me case, quando tiver uns 30 anos. Mas agora com 19 ainda sou muito jovem para assumir qualquer responsabilidade. Se, por ironia do destino, acontecer outra gravidez inesperada com outra garota.  Agente tira a criança, ou então eu vou para outro lugar, começar tudo de novo.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Queria acreditar no amor, mas tudo era o oposto do que eu pensava. Me magoei até perder a conta, não passava uma semana namorando alguém e logo, ao sentir o primeiro vinculo afetivo, terminava o relacionamento. "Ta mal! Ter esperanças e pior do que não ter." - afirmei para mim mesmo, quando se tem esperanças, a ilusão da felicidade parece estar tão perto que, ao acordar desse sonho, a sensação é da vida ter acabado. Para mim, pouca diferença fazia viver, morrer, sofrer, tudo se resumia na busca do meu sonho tão comum a humanidade: amar.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;As marcas deixadas pelo meu passado tortuoso não me deixaram em paz, no entanto, foram pelas lições de vida, que adquiri uma certa resistência ao sofrimento, abominação ao álcool e fiz da verdade, parte fundamental do meu caráter. Não sou um Deus, mas também não me caracterizo como uma pessoa comum. Claro que já menti algumas vezes, mas é conveniente admitir que em certas ocasiões não se pode dizer tudo, uma mentira que não prejudique ninguém, às vezes é necessária, mas até para mentir e preciso arte; se não houver um reflexo amplo sobre o que se dizer, pessoas podem sofrer.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;É noite, aqui , sinto o frio da brisa e mergulho com você na história da qual fazemos parte, sei que cada um tem a sua própria história, mas o nome para ela é igual para todos - &lt;i&gt;A VIDA. &lt;/i&gt;Daqui deste ponto, os carros já não passam por baixo de nós, é noite alta, as pessoas estão em suas casas descansando do estresse diário do dia de trabalho. Cada acontecimento nos torna maiores ou menores, dependendo do aprendizado que tiramos das situações marcantes das nossas vidas, o que, as vezes, nos impede de continuar a construir a nossa personalidade. O segredo é aprender. Deus é o mestre e se encontra em todas as coisas, absorver conhecimento através da vida não é tão difícil, a dificuldade esta na maneira com que você faz, da teoria a prática.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ser teimoso é uma característica comum ao ser humano, por isso fica complicado mudar de ideia. Aceitar um erro, ouvir o que não se concorda parece ser algo absurdo, mas, as vezes, é o mais correto a fazer.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Disseram-me certa vez:  "Viva,  sem medo de  ser feliz, pois a felicidade virá no momento certo." Eu nunca quis ouvir. A vontade de encontrar a felicidade me guiou até o último instante. Por isso eu estou aqui.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Era uma tarde comum, eu estava num "baba", a bola rolava e os pés, descalços, não se afligiam muito com o asfalto aquecido pelo Sol. Fiz um gol, mas no hora de comemorar, um carro dobrou a esquina nos obrigando a correr para a calçada. Um olhar fixo dentro do veiculo chamou-me a atenção. Uma jovem, com cabelos e olhos castanhos, espiava a rua. Tal como um pássaro espia uma árvore quando está dentro da gaiola, ela nos olhava. O carro parou numa casa próxima, o jogo recomeçou, mas eu, como que hipnotizado, continuei a olhar.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ela desceu do carro, de a cabeça baixa, entrou na casa tendo seus pais logo atrás. A turma começava a caçoar com piadinhas a respeito daquele olhar fixo o qual eles, meus amigos, não haviam visto ainda.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;—Garanhão! — disse sorrindo, Marcos. —Apaixonou! — fala irónico, Davi.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Num acesso repentino de gargalhadas, eu, meio sem graça, acabei entrando na gozação e caindo na algazarra. O jogo continuou até o Sol baixar, fui para casa tomar banho. Não havia ninguém por lá, já que a minha mãe estava no trabalho. Liguei a televisão e deitei no sofá. Tudo parecia normal, comecei a fazer meu exercício de matemática, fritei uns ovos para comer com arroz, fui assistir a novela das oito. Até ouvir socos na porta e uma voz enrolada tentando dizer: "abra aqui...", já era tarde, passava da meia noite, porém...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-1605959214058685713?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/1605959214058685713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=1605959214058685713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/1605959214058685713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/1605959214058685713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/12/viver-e-uma-arte-pag-0809-e-10.html' title='Viver é uma arte - Pag 08,09 e 10'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-6489822258552726503</id><published>2009-11-06T02:13:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T02:23:44.761-08:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Pag 07/65</title><content type='html'>&lt;div&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0465.html"&gt;Viver é uma arte - Pag 07/65&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 14.9pt 0.5pt 0.0001pt 1.9pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;...doente, triste. Meus pais me chamaram de Júlio em homenagem a Júlio César, o grande imperador de Roma. Sobrevivi ao erro dos meus pais, que ao se sentirem ameaçados com a &lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;"&gt;responsabilidade de cuidar de uma criança, acharam melhor o &lt;/span&gt;aborto. Minha mãe se drogava constantemente, &lt;span style="color: black;"&gt;mas a mão divina estava sobre mim que, mesmo nascendo fraco, fui forte para &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;sobreviver ao amor assassino de quem me deu a luz.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 14.65pt 0.5pt 0.0001pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 56.4pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Eu deveria estar aqui a mais tempo, com o vento no rosto, vendo os carros pequeninos passando por baixo de mim, mas não; estava escrito que eu deveria viver para ensinar que morrer faz parte da vida e sofrer faz parte de nós.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 14.65pt 0cm 0.0001pt 0.25pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 56.65pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Fui crescendo, magoado pelo passado que aos poucos vinha deixando ainda mais clara a idéia de rejeição de um erro cometido por dois jovens "inocentes". A marginalidade, o suicídio, foram apenas algumas das tantas idéias que surgiram no meu pensamento. Fugir parecia-me a melhor escolha, mas como fugir da &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;vida? Esse raciocínio egoísta me perseguiu constantemente durante &lt;/span&gt;muitos anos, mas nada fiz. Talvez estivesse com medo, me acovardando de um destino cruel que parecia ser a melhor saída naquele momento: morrer.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 14.9pt 0.5pt 0.0001pt 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 57.1pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Se covarde fui, por não ter que me entregar ao inferno de uma vida infeliz, mais covarde ainda havia sido por pensar que a morte seria a saída, já que não se deve fugir dos problemas e sim resolvê-los. Embora me conviesse pensar que o problema maior fosse a minha existência. Não sei onde arrumei força para ver a vida de forma diferente. Pensei tanto em mim que esqueci dos outros. Eu já fazia parte de muitas vidas, pessoas que, sem saber, me adotaram como filho, amigo, companheiro. Não havia me dado conta de que a vida não existe, existem sim, VIDAS que se ligam na forma de uma teia. Pessoas buscam a sua esperança em outras. Seus defeitos são o que elas buscam observar no vizinho do lado. Viver passou a ser uma obrigação, já que a esperança não deve morrer, decidi ser a esperança que eu não tinha, e buscar forças para continuar meu caminho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 30pt 0.25pt 0.0001pt 0.7pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 56.15pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Na verdade, percebi que devia encontrar o que poucos já encontraram. Ou tiveram coragem de sustentar. AMOR Nem que fosse das prostitutas da esquina, de um cachorro esperando que eu passasse as mãos em sua cabeça, de uma avó que me tratasse como criança mesmo eu já tendo barba. Eu era carente, porém teimoso e persistente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Muitas vezes, nos enganamos ao pensar em ter &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;amado alguém, em outras, pensamos e até sentimos o quanto &lt;/span&gt;nos amam porém nem sempre é amor. Amar é sentir a quem se ama a todo momento, é respirar, digerir, e fazer realidade um desejo que não lhe pertence só para fazer feliz a quem se ama. Essa loucura chamada "desejo de amar" me acompanhava &lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;"&gt;e me enlouquecia a cada crepúsculo e a cada amanhecer. Um &lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;velho homem certa vez me disse: "O amor e o ódio são lados &lt;/span&gt;de uma mesma moeda.", hoje, sou obrigado a concordar. Amamos tanto, e, por uma besteira qualquer, tudo se transforma, os olhos se umedecem, os sorriso se retrai, a alma se esfacela. E lá estamos novamente...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-6489822258552726503?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/6489822258552726503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=6489822258552726503' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/6489822258552726503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/6489822258552726503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/11/viver-e-uma-arte-pag-0765.html' title='Viver é uma arte - Pag 07/65'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-2023603309862565130</id><published>2009-10-28T20:46:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T20:59:04.765-07:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Pag 06/65</title><content type='html'>&lt;div&gt;   &lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0465.html"&gt;Viver é uma arte - Pag 06/65&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: left;" class="post-title entry-title"&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;      &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Publicação semanal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 0%; margin-right: 0.25pt; text-align: justify; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Conheci Júlio na quarta série, ele era muito popular com os colegas. Esforçado nos estudos, mas nunca foi de tirar as melhores notas. O vi chorar muitas vezes assim como já chorei muitas vezes junto a ele. Eu era o caladão no fundo da sala, o cara estranho, a quem os outros &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;não se arriscavam deixar entrar em suas "Panelinhas", fui assim na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.05pt;"&gt;I&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;2&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; e 3&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; séries, mas aí conheci meu primeiro e melhor amigo. Ele percebeu que eu era tão só quanto ele, porém ao contrário do que ele fazia eu preferia não me mostrar as pessoas. Isolava-me em silêncio, falava somente o necessário. Júlio veio me fazendo uma série de perguntas &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;que ninguém jamais havia tido curiosidade de saber: De onde eu era? Por que não me juntava aos outros? Qual motivo da minha tristeza?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.25pt 0.0001pt 0.5pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 35.5pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.1pt;" lang="PT"&gt;Ciúmes talvez. Meu irmão mais velho e outro mais novo tinham &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;todas as atenções da casa, enquanto a mim, as broncas. Júlio me mostrou o quanto é fácil sorrir diante da tristeza. Vendo nos lábios alheios o sorriso que não nascia espontaneamente em nossas faces. Na base do humor ele sabia colocar qualquer um &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;para cima. Ainda que em sua casa, tudo estivesse de pernas para o ar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.5pt 0.0001pt 0.95pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 63.85pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.1pt;" lang="PT"&gt;Certa vez eu estava chorando, na varanda de casa quando &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Júlio pulou o muro e sentou-se ao meu lado.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 0%; margin-left: 0.5pt; text-indent: 0cm; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.05pt;" lang="PT"&gt;O que aconteceu? Qual é Marcos o que foi?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 0%; margin-left: 0.5pt; text-indent: 0cm; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.05pt;" lang="PT"&gt;Meu boletim. Levei uma sova daquelas.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.25pt 0.0001pt 0.7pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 35.3pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.15pt;" lang="PT"&gt;Em silêncio Júlio permaneceu ao meu lado, com os olhos abertos, sem piscar. Ao olhar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;para seu rosto percebi um sorriso que contrastava com seus olhos cheios de lágrimas. Então &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;perguntei o motivo de seu choro. Ele ironicamente respondeu: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.25pt 0.0001pt 0.7pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 35.3pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.25pt 0.0001pt 0.7pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 35.3pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt; - Não &lt;/span&gt;tenho nada melhor para fazer, assim como você.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="background: white none repeat scroll 0% 0%; margin-left: 0.95pt; text-align: justify; text-indent: 35.05pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Desse modo, fazia com as pessoas. E, sorrindo fomos bater papo, jogar conversa fora na rua, e eu até esqueci que estava de castigo levando outra sova ao voltar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 14.9pt 0.25pt 0.0001pt 0cm; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Seria bom se todos os problemas do mundo fossem resolvidos com uma boa conversa, contudo para haver diálogo e necessário compreensão, mas, se nós não somos capazes de nos compreender, como compreenderemos os outros? Assim começam as guerras, as incompreensões são meramente o prenúncio de um confronto maior, onde homens que já se cansaram dos próprios erros criticam os erros alheios para tentar se justificar.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 14.9pt 0cm 0.0001pt 1.45pt; background: white none repeat scroll 0% 0%; text-align: justify; text-indent: 34.55pt; line-height: 14.9pt; -moz-background-clip: border; -moz-background-origin: padding; -moz-background-inline-policy: continuous;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Vida. O que é a vida? Para muitos é estar com a família, o que infelizmente não é o meu caso. Para outros &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;tantos é curtir a boemia. Para mim é estar do lado de alguém &lt;/span&gt;especial. A vida, para alguém como eu, é uma pessoa, cheia de carinho, com a audácia de dizer o que sente, humana ao ponto de dizer que está errada e apontar os meus erros, tão doce que uma vez conhecida, jamais poderá &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;ser apagada de meu coração. E é por ela que estou aqui. Sim, &lt;/span&gt;ela é a minha vida, pois depois que a conheci, finalmente comecei a viver. Tipos como eu são destinados ao &lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;"&gt;sofrimento, já que o verdadeiro amor é algo raro, sofremos na &lt;/span&gt;ilusão de termos amado e sido felizes. Morremos e nascemos a cada instante. Para muitos, cair e se erguer faz parte da rotina, mas, para outros, cair pode significar chorar por um tempo indeterminado, mesmo que não haja lágrimas umedecendo-lhes os olhos, tudo é triste.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Futura Md BT&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;" lang="PT"&gt;Minha vida foi escrita em linhas tortas, em estradas esburacadas e cheia de pedras. Nasci de um &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;"acidente de percurso", desses nos quais os jovens se deixam &lt;/span&gt;levar pelo ardor da libido e, quando se dão conta, já é tarde demais. &lt;span style="letter-spacing: -0.05pt;"&gt;Foi assim que apareci aqui, neste mundo: fraco, ... &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-2023603309862565130?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/2023603309862565130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=2023603309862565130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/2023603309862565130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/2023603309862565130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0665.html' title='Viver é uma arte - Pag 06/65'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-1534389387488187520</id><published>2009-10-20T07:54:00.002-07:00</published><updated>2009-10-20T08:12:10.868-07:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Pag 05/65</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0465.html"&gt;Viver é uma arte - Pag 05/65&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;/h3&gt;      &lt;p style="font-family: verdana;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Publicação semanal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt; &lt;p&gt;O parto foi difícil, devido aos medicamentos que Catarina usou, a criança  nasceu prematura, e, o mais incrível de tudo foi saber que minha filha estava grávida pouco antes de a levarmos para o hospital, quando as dores das contrações tornaram-se impossíveis de esconder. Claro que Catarina havia engordado um pouco mas não o suficiente para suspeitarmos de nada afinal o cinto apertado escondia a gravidez.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma criança, raquítica, com menos de 2Kg, parecia frágil, mas só pelo fato de estar ali chorando mostrava a força que tinha. Sua cabeça tinha uma deformação na parte anterior, devido ao cinto que pressionava a criança durante toda a gestação. O médico, Dr. Givaldo, foi o anjo da guarda de meu neto, a quem tantas vezes levei inconsciente, ao hospital. Dr. Givaldo, havia dito que ele não nascera normal, um problema na cabeça, o fazia perder todas as funções motoras externas e em desmaios perigosos, poderia nunca mais acordar. Na receita, medicamentos com taja preta para evitar o pior. E enquanto eu corria desesperada ao hospital. Catarina, recuperada do parto, bebia na boteco da esquina, e saia para festas. Enquanto a Cláudio. Não soube mais notícias, a última coisa que soube foi que ele fugiu para não se casar, e não se tornar um HOMEM de verdade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Meu filhinho era doente, sua mãe também, ele era escravo dos medicamentos, ela, do álcool. Eu não sabia o que fazer, inúmeras vezes saia "na carreira" com aquela, pobre criança, "morta" em meus braços. Via em prantos, tubos  penetrarem aquela criaturinha inocente, tal como lâminas pontiagudas que desciam pela garganta e transcendiam a dor em meu coração.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A vida me ensinou muitas coisas, dentre as quais, considero a mais importate ter caráter, essa história de se deixar levar nunca dá bom resultado. Se você é obrigado a consertar um erro, alegre-se, pois se ainda tem conserto não se pode perder a oportunidade. Pena que os erros dos outros são mais fáceis de apontar e os nossos quando são percebidos, muitas vezes já é tarde demais. E nessa solidez, inútil de decisão não percebi o quanto teimoso eu fui e sou. Essa é uma das horas que eu gostaria de ter uma máquina do tempo, daquelas dos filmes de ficção, na qual o mocinho volta e faz certo o que ainda nem aconteceu. Eu não podia ter deixado, agora é tarde.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com as mãos nesse peitoril gélido de metal, a vinte metros do chão , aqui me encontro, eu e a minha mágoa que corre como as lágrimas do meu rosto e como os carros que passam na via abaixo dos meus pés.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que você está olhando? Nunca viu um homem chorar? Estou chorando sim, achei que finalmente havia descoberto o que era a vida e agora... Bem que Marcos me avisou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Meu melhor amigo sempre foi um cara complicado. Mas nunca o abandonei. Não havia segredos entre nós, sempre foi assim: &lt;/p&gt;&lt;p&gt; - Marcos, eu preciso falar com você.&lt;br /&gt;- Marcos porque demorou tanto?&lt;br /&gt;-Marcos...&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-1534389387488187520?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/1534389387488187520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=1534389387488187520' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/1534389387488187520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/1534389387488187520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0565.html' title='Viver é uma arte - Pag 05/65'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-7776767421911990319</id><published>2009-10-14T06:08:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T06:10:49.641-07:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Pag 04/65</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0365.html"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;   &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;VIVER É UMA ARTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Publicação semanal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Pag&lt;/span&gt; 04/65&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;perceberam o motivo daquela vergonhosa cena. Cláudio a levou para casa, e algumas semanas depois podia se ver os dois andando de mãos dadas, como um casal normal e feliz era o começo de uma triste história. Donde o fruto seria meu neto Júlio.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mesmo sentindo-me vazio, era forte e não havia me dado conta disso. Amigos os quais, na rua, penduravam-se em carros comigo, brincáva­mos: bola, esconde - esconde, pega - pega, muito novos já estavam envolvidos com drogas, mesmo criados num ambiente tranquilo e bastante familiar. Enquanto a mim, buscava dar conselhos, anima-los mesmo diante da turbulência dos copos quebrados, gritos ébrios, solidão e falta de amor, que tanto me castigava.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Algumas pessoas acham que amar é coisa para idiota. Deve ser por que tem amor demais, uma família sólida que faz do carinho e exemplo a forma de amar mais idiota do mundo. É certo que todos tem direito de pensar de sua maneira. Porém, penso que, sem amor, não existe vida daí eu me sentir tão morto mesmo criança mas eu já era um ser, só não sabia se ser era o mesmo que existir, embora tentasse viver. Mantendo o meu modo de pensar, mesmo diante dos fatos desfavoráveis da minha infância, até o fim, tentando manter meu caráter. Mediante a todo tipo de ironia, eu cresci como um romântico, mesmo diante da tragédia da minha ausente existência. Alguns em minha adolescência chamavam-me de louco. Mas não me arrependo disso.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Foi por ser assim que eu estou aqui. Vendo esse céu estrelado, sentindo esse vento frio da noite que sopra no meu rosto...&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;21 anos, menos que um ano de alegria, e tudo se foi pelas estradas da vida. Catarina ainda bebe, sozinho eu de novo estou, onde está minha avó agora ? Para me impedir ou retardar o final dessa história que mau acabo de começar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;5 anos, era o que minha filha tinha quando se perdeu. Nem ao menos tinha responsabilidade para cuidar de si. Agora havia uma vida a mais para cuidar, ou esconder como ela preferiu. Durante a maior parte da gravidez Catarina escondeu meu neto que estava para nascer. Cláudio desesperou-se ao saber: - Não tenho como assumir esse filho. E como saber que esse filho é meu? Meu Deus, um filho. Não pode ser, não pode.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt; Cláudio não se sentia, homem suficiente para enfrentar tamanha responsabilidade, apesar de Catarina ter mexido com o seu coração. Esse órgão era grande demais para ter , um amor somente, não poderia se prender. Foi culpa dela que não tomou o comprimido, ela sabia que eu não gosto de preservativos. Pensava Cláudio. Júlio, estava lá naquele útero apertado por um cinto ébrio que já o castigava antes mesmo de nascer. Catarina, não queria que ele nascesse, ela dizia para si mesma que não podia cuidar de uma criança. E as festas? E minhas amigas o que iam achar? Noeme sugeriu o aborto. Ela já havia mandado uns 5 para o "quinto dos infernos" como ela mesmo havia dito. Conhecia um remédio ótimo a base de folhas variadas. Uma, duas, três, muitas tentativas de aborto. Mas algo que ninguém sabia explicar mantinha a criança ali, pulsando, resistindo, querendo viver.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-7776767421911990319?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/7776767421911990319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=7776767421911990319' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/7776767421911990319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/7776767421911990319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0465.html' title='Viver é uma arte - Pag 04/65'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-1526488417692677613</id><published>2009-10-14T05:55:00.000-07:00</published><updated>2009-10-14T06:07:08.139-07:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Pag 03/65</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;VIVER É UMA ARTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Publicação semanal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Pag&lt;/span&gt; 03/65&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Minha mãe tinha amigas que deveriam saber o que essas mulheres faziam, pois tinham roupas semelhantes, talvez fosse o álcool. Pois quando minha mãe bebia ela não se preocupava muito com o frio apesar de nunca ter ido a esquina ficar como aquelas mulheres. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Bebia com as amigas, geralmente demorava a deitar, a casa poluída com aquele odor nauseabundo não me deixava dormir também. Eu ficava sentado na janela até a madrugada quando o corpo pedia um pouco de descanso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Eu me achava uma criança comum, passava a maior parte do tempo na rua, com meus amigos. Todos simples, tal como nossas brincadeiras. Enquanto muitos da minha idade tinham bicicletas eu, um carrinho de madeira com umas rodinhas de ferro chamadas rolimãns. Descendo a ladeira esburacada, sorria. Enquanto Catarina que quase sempre estava fora de casa bebia. Minha avó morou conosco até meus sete anos de idade e para me salvar de uma surra ébria, sem motivo. Levou uma forte pancada no rosto com um copo atirado das mãos de sua própria filha. O que a fez temer suas crises de pressão, minha avó estava indo embora e junto a ela um pouco de mim também. Agora eu estava só. O álcool me acompanhava, já que ele era perseguido pelo vendedor, pelo dono do bar, pelos lábios de Catarina, e enfim lá estava eu ao lado de corpo deitado, sem jeito, no sofá. E no chão um copo pelo meio e algumas garrafas vazias refletiam o vazio da minha vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Eu o chamava de meu filhinho, afinal fui quem o criou. Catarina, ainda menina, bebia demasiadamente. Saia para muitas festas, acostumou-se rápido com a cidade já que na roça onde morávamos não havia tantas alternativas de diversão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Sempre quis o melhor para minhas filhas. Todavia minha tristeza era ver Catarina ainda menina-moça com 14 anos entregue em casa quase inconsciente, completamente entorpecida pelo veneno que vendiam com belos rótulos  e propagandas. Mas Deus queria dar uma nova chance aquela criança. E se o amor é a maior das forças só ele seria capaz de resgata-la daquele naufrágio que a afundava, dia após dia, em latas, garrafas, e lágrimas daqueles que estimavam sua felicidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Cláudio era um rapaz vistoso, moreno, cheio de charme, ele, sempre brincalhão, tinha as mulheres que quisesse. Apesar de ter um conceituado caráter, pelos amigos e família, era um cafajeste com as mulheres; tinha várias, e não tinha nenhuma. Casos sem importância, mulheres que só serviam para uma boa noite na cama,nada mais. Era Festa de Santo António, padroeiro de Triunfo. Cidadezinha do interior da Bahia ,na qual morávamos a mais de 8 anos. Nesta data comemorativa, 13 de Julho, era marco na região. Pessoas de muitas cidades vizinhas vinham para a comemoração, tinha parque, rodeio, shows durante toda a semana anterior, as festas só se encerravam no dia do Santo casamenteiro, como é chamado Santo António na Bahia. Cláudio com alguns amigos numa barraca de bebidas curtia a festa, uma mulher sorria junto a outras numa mesa próxima. E ao passar perto da mesa de Cláudio, caiu em meio as pessoas. Que pelo seu hálito, e sua linguagem confusa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-1526488417692677613?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/1526488417692677613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=1526488417692677613' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/1526488417692677613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/1526488417692677613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0365.html' title='Viver é uma arte - Pag 03/65'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-148547499482667313</id><published>2009-10-06T13:08:00.000-07:00</published><updated>2009-10-06T13:19:39.423-07:00</updated><title type='text'>Viver é uma arte - Pag 02/65</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic;"&gt;Aqui apresento aos leitores meu livro - Viver é uma arte - Obra elaborada em 1998 - ainda não publicada - Um romance no qual um jovem amargurado pelo sofrimento encontra em um sonho um motivo para viver. Uma história para pensar e acima de tudo para sentir.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic;"&gt;Gil Lemos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Publicação semanal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Pag&lt;/span&gt; 02/65&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Viver é Uma Arte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Tudo parece ser tão complicado: a vida, a morte, a solidão, o aconchego, cada coisa passa deixando sua marca na frágil alma humana. Coisas que nos parecem complexas, como o sentimento, perdão, união, são mais simples do que muitas invenções modernas porém, o homem teme aquilo que ele não pode explicar e esse é o grande complexo da existência humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Às vezes achamos que as linhas do destino já estão traçadas, mas, na verdade, cada um tem o poder de mudar as coisas, a dificuldade não está em mudar o mundo. Os nossos tempos são de crise pois o ser humano está mal consigo mesmo, a dificuldade está no fato de não nos conhecermos, e assim não sabermos onde começar, mudar a nós mesmos é o maior desafio. Qualquer um pode mudar o destino. Não porque é um Deus, e sim porquê somos humanos. E por mais que se duvide: Livres e Sentimentais. Embora haja pouca humanidade em nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;O que são as trevas? Onde encontrar a luz? É isso que pretendemos descobrir todos dias. Mas a escuridão social nos cega, pois está em nossa frente, em nossa direita, esquerda, casa, rua, país. E a luz que afugenta até a mais negra das sombras se encontra dentro de nós mas temos medo do escuro e não nos atrevemos a mergulhar na escuridão de nosso íntimo, para encontrar a luz dos nossos sonhos e a força de nossa esperança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Você pode ser o que quiser. O difícil é querer, o que não é a mesma coisa que desejar. Você agora sou eu. Contudo, eu me torno você, que busca nessas linhas algo escrito por mim, e sentido por nós. Somos a mesma pessoa, autor e leitor, a diferença está em quem conta as histórias, aqui eu falo e você ouve, assim como tantas vezes alguém já lhe ouviu contar sobre a arte de viver, agora sou eu quem lhe contará sobre o sentido da vida. Já que vivemos e morremos a cada momento, também nascemos novamente, mais fortes e com certeza mais sábios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:verdana;" &gt;Júlio é o meu nome, nasci em casa simples. Dois quartos, uma pequenina sala que mais parecia um corredor largo. Um banheiro sem azulejos, sem pia. Mas com chuveiro, e o que é melhor, quente. Não dava para correr no quintal, por isso eu subia no muro. Minha mãe, Catarina, ficava louca de preocupação quando me via desaparecer sem ter saído de casa. Eu deveria estar na casa do vizinho após ter saltado o muro. Ou então, sobre a casa, vendo o mundo de uma maneira diferente, os telhados humildes, com telhas velhas e quebradiças e mais adiante casas com telhinhas vermelhas e uma grande antena que fazia melhorar a imagem da TV e aumentar o número de canais. Nós tinhamos TV. Era antiga mas sua imagem era nídida mesmo diante da miudez de sua tela de 14 polegadas. Catarina, trabalhava como vendedora de confecções e eu estudava próximo de casa. Apesar da minha mãe não me deixar ir sozinho, pois dizia que era perigoso e eu ainda era muito pequenino. E era verdade, pequeno mas, curioso, adorava ouvir as pessoas na rua e tentar entender o que estavam pensando. Por que uns falavam auto e outros a meio tom. Quem eram aquelas moças e senhoras que hora ou outra giravam suas bolsas na esquina, e eram levadas por carros que eu nem conseguia dizer o nome. Se nossa cidade era fria o que elas faziam para não sentir frio e conseguir vestir tão pouca roupa a aquela hora da noite ?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-148547499482667313?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/148547499482667313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=148547499482667313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/148547499482667313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/148547499482667313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/viver-e-uma-arte-pag-0265.html' title='Viver é uma arte - Pag 02/65'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-6609837205726176175</id><published>2009-10-03T08:02:00.000-07:00</published><updated>2009-10-04T06:26:14.261-07:00</updated><title type='text'>Meu Livro: Viver é uma arte - Predifícil</title><content type='html'>&lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:verdana;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic;"&gt;Aqui apresento aos leitores meu livro - Viver é uma arte - Obra elaborada em  1998 - ainda não publicada - Um romance no qual um jovem amargurado pelo sofrimento encontra em um sonho um motivo para viver. Uma história para pensar e acima de tudo para sentir.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic;"&gt;Gil Lemos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Publicação semanal&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Pag&lt;/span&gt; 01/65&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-style: italic; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" align="center"&gt;&lt;strong&gt;------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  align="center" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Predifícil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;Um dia alguém quis sonhar. E teve força para buscar cada pedaço de sonho. Deu forma concreta ao seus pensamentos,      rascunhos,  lições e mágoas, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;borrões&lt;/span&gt; de tinta, manchas de Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebeu o prazer de voar, em delírios, sonhos e experiências. Foi então que notou pássaros na ponta de um penhasco, com medo de abrir as asas e deslizar pelo vento. E concluiu que era ora de saltar e aprender o quanto é bom bater as asas e sentir o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;frescor&lt;/span&gt; do sonho que agora se faz real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O penhasco, vida. Voar, o desafio. O &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;prêmio&lt;/span&gt;, ser feliz. No desafio constante a que chamamos vida, cortamos as asas do sonho e fingimos viver, pois a criança agora é adulto e o desejo ficou escondido atrás da razão. Muitos ainda choram por não ter lutado, outros nem se lembram que um dia já sonharam. Se todo princípio é &lt;strong&gt;difícil, &lt;/strong&gt;o medo é coisa comum. Mas é sobre ele que se escreve o destino. O sonho não pode morrer, pois o ser pensante também é sonhador. Embora poucos saibam a Arte de Viver e mais raros os que vivem a arte de lutar, só basta querer para ter, daí o importante: sonhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que nada acontece por acaso, tudo tem um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;objetivo&lt;/span&gt;, uma razão de ser. &lt;em&gt;Viver é Uma Arte, &lt;/em&gt;tem por finalidade mostrar que sonhar ainda vale a pena, especialmente nessa crise racionalista e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;cientificista&lt;/span&gt; que aproxima o homem das máquinas e o afasta de sua essência humana. O sofrimento tão temido, nada mais é do que, a maneira como a vida nos faz melhores ou piores; por isso, Júlio, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;protagonista&lt;/span&gt; da obra, além de sonhador é aprendiz da arte de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem, muitos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Júlios&lt;/span&gt; por aí. Pessoas fortes, cheias de sonhos, porém com medo de prosseguir devido a dificuldade de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;obtê&lt;/span&gt;-los, a analogia desse prefácio, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;entitulado&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Predifícil&lt;/span&gt; remete a essa dificuldade inicial de obter aquilo que se deseja. É uma homenagem a aqueles que ainda persistem na luta pelos seus ideais. Afinal, que graça teria a vida se tudo fosse fácil? Sei que muitos já sofreram por acreditar em seus sonhos, como Zumbi, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;Tiradentes&lt;/span&gt;, Joana D'&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Ark&lt;/span&gt;, Jesus Cristo e outros tantos que buscaram a cada instante ser uma luz na escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece utópico o fato de acreditar em aquilo que se sonha mas será que ,não é para isso que estamos aqui? O ser pensante também é um ser amante, um sonho errante carnificado em homem. Morrer faz parte da vida, portanto antes morrer lutando pelo que se acredita do que acreditar que a luta já morreu. Pois assim estamos dizendo que não temos mais nada a fazer, mas nada a sonhar, nenhuma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;objetivo&lt;/span&gt; a buscar e deixaremos de ser humanos para sermos coisa. Mortos no íntimo da essência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;em&gt;Gil Lemos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-6609837205726176175?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/6609837205726176175/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=6609837205726176175' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/6609837205726176175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/6609837205726176175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/10/meu-livro-viver-e-uma-arte-predificil.html' title='Meu Livro: Viver é uma arte - Predifícil'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-7934197550704289733</id><published>2009-04-04T14:43:00.001-07:00</published><updated>2009-04-04T14:51:44.408-07:00</updated><title type='text'>Na luz da fé</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os joelhos tocam o chão&lt;br /&gt;tal como o coração é tocado&lt;br /&gt;por dentro, Deus transforma o ser&lt;br /&gt;Quebra o homem, limpa o pecado&lt;br /&gt;O rosto ensanguentado do Cristo&lt;br /&gt;Resplandece como luz no coração&lt;br /&gt;O arrependimento perfura e fere&lt;br /&gt;O homem se cura e busca o caminho&lt;br /&gt;Caminha em passos de luz&lt;br /&gt;carregando a sua cruz&lt;br /&gt;sorri...&lt;br /&gt;agora faz a coisa certa&lt;br /&gt;e no meio de tantos erros e devaneios&lt;br /&gt;Cristo veio&lt;br /&gt;e com Ele&lt;br /&gt;não há mais receio&lt;br /&gt;nem dúvida ou meio&lt;br /&gt;A fé, faz o homem &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;permanecer&lt;/span&gt; de pé&lt;br /&gt;Sólido como uma rocha&lt;br /&gt;Manso como um cordeiro&lt;br /&gt;Livre como nunca imaginara&lt;br /&gt;Pois do Deus Pai, sabe que é herdeiro&lt;br /&gt;E como o falar de Deus é verdadeiro&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Ligeiro&lt;/span&gt; o homem acha a luz que tanto buscou&lt;br /&gt;diante daquele que morreu por amor&lt;br /&gt;As trevas já não acham morada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-7934197550704289733?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/7934197550704289733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=7934197550704289733' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/7934197550704289733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/7934197550704289733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/04/na-luz-da-fe.html' title='Na luz da fé'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-6491797748554108477</id><published>2009-01-14T09:56:00.000-08:00</published><updated>2009-01-14T10:28:21.724-08:00</updated><title type='text'>A dor e a cura</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sinto profundamente,&lt;br /&gt;Sinto como se sente,&lt;br /&gt;Uma dor demente, inocente, quente&lt;br /&gt;Doente demais pra doer de verdade&lt;br /&gt;Agora a saudade, crava fundo a sua marca&lt;br /&gt;E encharca o chão frio&lt;br /&gt;O marejar do olhar de quem ama&lt;br /&gt;É um símbolo, um ideograma&lt;br /&gt;Ideologia do dia em que a dor começou&lt;br /&gt;E agora parou&lt;br /&gt;Parou o corpo, a mente, a dor&lt;br /&gt;A cura chegou de uma forma dura&lt;br /&gt;Mas o que fazer se é certeza&lt;br /&gt;Que tal como a mesa fria&lt;br /&gt;O corpo um dia... pára&lt;br /&gt;Mas ao menos leva consigo&lt;br /&gt;o sofrimento vivido&lt;br /&gt;a dor de um corpo doído&lt;br /&gt;e agora é proibido chorar&lt;br /&gt;É hora de encerrar a conversa&lt;br /&gt;E pedir aos céus&lt;br /&gt;Que apenas impeça que a dor continue&lt;br /&gt;Pois quem fica continua sofrendo&lt;br /&gt;Chorando,&lt;br /&gt;Gritando,&lt;br /&gt;Esperando,&lt;br /&gt;O dia da cura chegar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-6491797748554108477?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/6491797748554108477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=6491797748554108477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/6491797748554108477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/6491797748554108477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2009/01/dor-e-cura.html' title='A dor e a cura'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-3420895832440196816</id><published>2008-11-27T13:31:00.001-08:00</published><updated>2008-11-27T13:40:39.297-08:00</updated><title type='text'>Apenas um conto</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tomás olhava, incrédulo, aquela cena nada convencional. Estava acostumado a receber bem menos, mas aquele brilho meio prateado meio dourado...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– Será que era de verdade?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; (Pensou)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;– Acho que vou morder &lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(Disse para si mesmo)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;– Mas mesmo se fosse falsa, a mordida não seria a mesma? Afinal, dente nunca foi mais forte que nenhuma liga metálica.&lt;br /&gt;– Mas se amassar... Será? Falsa?&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesse momento fez menção em colocar a moeda entre os dentes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– Espere Tomás! E se quebrar? (Hesitou)&lt;br /&gt;– Dói só de pensar. Dor de dente é cruel.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao olhar novamente para a moeda, mas um pensamento o perturba&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– Dinheiro mesmo ganho de forma limpa é sujo. E se eu morder e pegar um verme! Ou uma doença mais séria?&lt;br /&gt;– Uma solitária! Uma galera! Uma tropa de vermes... (Tomás sente um frio na espinha)&lt;br /&gt;– Ave Maria! Que pensamento mais insano!&lt;br /&gt;– Deve ser a fome. (pensou)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fazia dois dias que não punha nenhum alimento de verdade na boca. Somente água da fonte da praça e alguns restos que achou no chão e nas lixeiras. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;–Hum! O cheiro ainda estava no ar... Cachorro quente, pipoca, acarajé... Hum!&lt;br /&gt;– Droga babei na moeda!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Apesar de tudo Tomás estava feliz. Pois geralmente recebia somente centavos. Às vezes para conseguir um conto, demorava mais de duas horas e aquele estava ali, Inteiro, em suas mãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– “Um conto” era tudo que tinha. A moeda já havia mudado de nome, mas, para Tomás, não importava. Era “um conto” e pronto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tomás pensou no que podia comprar. O valor era pouco para saciar suas necessidades, mas, se usasse bem, quem sabe, poderia, mais uma vez, enganar a fome.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– Se as pessoas fossem mais caridosas ia ser tão bom! (suspirou)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– Não! Não sei se seria. Pois se ao invés de centavos começassem a dar valores maiores à concorrência poderia aumentar. Já pensou? Do jeito que está já é complicado, se dessem mais, não sei não.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– Teria um bando de desocupado ocupando a rua. Hahahahahahahah! (Tomás solta uma risada banguela)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De repente! Uma leve pontada vem à cabeça. Tudo se apaga... A luz, a dor, a fome, a vida. Uma bala perdida, um crânio, um corpo...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pela primeira vez na "vida" Tomás era o centro das atenções. Não era alguem sem valor. era um anônimo, uma vítima, ou apenas um conto esparramado no chão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-3420895832440196816?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/3420895832440196816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=3420895832440196816' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/3420895832440196816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/3420895832440196816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2008/11/apenas-um-conto.html' title='Apenas um conto'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-7056471214186520893</id><published>2008-11-12T02:18:00.000-08:00</published><updated>2008-11-12T02:22:31.039-08:00</updated><title type='text'>O que Falta?</title><content type='html'>&lt;p id="vurc" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal;" align="center"&gt;&lt;span id="vurc0"  style="font-size:70;"&gt;&lt;span id="vurc7"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Será que o amor foi esquecido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc8"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc10"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ou fôra corrompido com a ambição carnal?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc11"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc13"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O pecado mora ao lado &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc14"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc16"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ou o ser declarado iluminado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc17"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc19"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Segue o caminho do mal?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc20"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc22"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Corações que batiam na busca da paz,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc23"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc25"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Já não batem mais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc26"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc28"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;pois, o sangue jorra no campo de batalha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc29"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc31"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Moedas e cédulas cortam as vísceras &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc32"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc34"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;do homem que vende a alma e não acalma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc35"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc37"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;à ambição que consome&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc38"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc40"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Seus filhos não terão água&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc41"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc43"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;beberão a mágoa &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc44"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc46"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;resto de um maltrato insano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc47"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc49"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O ser que se chama humano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc50"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc52"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ídolo profano de um fato consumado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc53"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc55"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Fracasso de um sonho errado no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc56"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc58"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;qual a obra destrói o criador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc59"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc61"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na sobra somente à dor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc62"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="vurc64"  style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;de ver que ha sobra daquilo que falta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p id="vurc65" class="MsoNormal"&gt;&lt;span id="vurc66"  style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-7056471214186520893?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/7056471214186520893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=7056471214186520893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/7056471214186520893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/7056471214186520893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2008/11/o-que-falta.html' title='O que Falta?'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-2349753647472572049</id><published>2008-09-16T19:50:00.000-07:00</published><updated>2008-09-16T19:51:15.978-07:00</updated><title type='text'>Nanumano</title><content type='html'>Eletrodos, eletrônicos, cerebrais&lt;br /&gt;máquinas humanas &lt;br /&gt;seres, animais&lt;br /&gt;Evoluídos tecnologicamente &lt;br /&gt;Compensação da falta de senso&lt;br /&gt;Crítico, político, &lt;br /&gt;analiticamente penso...&lt;br /&gt;logo existo ou virtualmente falando&lt;br /&gt;desisto de existir&lt;br /&gt;e em uma segunda vida&lt;br /&gt;virtualizar meus erros&lt;br /&gt;meus desejos, meus anseios&lt;br /&gt;Se der errado dou "reset"&lt;br /&gt;Por isso é tão bom&lt;br /&gt;Conversar no bate papo&lt;br /&gt;Se me mato&lt;br /&gt;Reinicio&lt;br /&gt;Se vem o cio&lt;br /&gt;Abro a página proibida&lt;br /&gt;e a Vida!&lt;br /&gt;Nano tecnologia&lt;br /&gt;Redução de uma peça&lt;br /&gt;um "q" de quebra cabeça&lt;br /&gt;para abrir a mente e pensar&lt;br /&gt;no que poderia ser feito&lt;br /&gt;Se nanomizássemos a guerra&lt;br /&gt;no lugar da Terra&lt;br /&gt;que encerra a vida&lt;br /&gt;de nós...&lt;br /&gt;seres nano sociais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gil Lemos - 13/03/2008&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-2349753647472572049?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/2349753647472572049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=2349753647472572049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/2349753647472572049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/2349753647472572049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2008/09/nanumano.html' title='Nanumano'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-2774915462804612495</id><published>2008-08-28T09:20:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T09:21:44.390-07:00</updated><title type='text'>O que Falta?</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;Será que o amor foi esquecido&lt;br /&gt;Ou fôra corrompido com a ambição carnal?&lt;br /&gt;O pecado mora ao lado&lt;br /&gt;Ou o ser declarado iluminado&lt;br /&gt;Segue o caminho do mal&lt;br /&gt;Corações que batiam na busca da paz,&lt;br /&gt;Já não batem mais&lt;br /&gt;pois, o sangue jorra no campo de batalha&lt;br /&gt;Moedas e cédulas cortam as vísceras&lt;br /&gt;do homem que vende a alma e não acalma&lt;br /&gt;à ambição que consome&lt;br /&gt;Seus filhos não terão água&lt;br /&gt;beberão a mágoa&lt;br /&gt;resto de um maltrato insano&lt;br /&gt;O ser que se chama humano&lt;br /&gt;ídolo profano de um fato consumado&lt;br /&gt;Fracasso de um sonho errado no&lt;br /&gt;qual a obra destrói o criador&lt;br /&gt;Na sobra somente à dor&lt;br /&gt;de ver que ha sobra daquilo que falta&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-2774915462804612495?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/2774915462804612495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=2774915462804612495' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/2774915462804612495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/2774915462804612495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2008/08/o-que-falta.html' title='O que Falta?'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5575904014090622444.post-401100530896025601</id><published>2008-08-28T08:58:00.000-07:00</published><updated>2008-08-28T09:07:32.061-07:00</updated><title type='text'>Merecedores do Caos</title><content type='html'>Todos são tão comuns&lt;br /&gt;Uns mais comuns que outros&lt;br /&gt;Mórbidos em seu comunismo&lt;br /&gt;Sórdidos em &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;normalismo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cheios de pessimismo&lt;br /&gt;E de almas amarradas&lt;br /&gt;Ao verde cifrão capital&lt;br /&gt;O ímpeto é imprudente&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Dicentemente&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;cumplicente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Diceminante&lt;/span&gt;, doente&lt;br /&gt;A febril voracidade&lt;br /&gt;Dos escárnios suburbanos&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Crepuscula&lt;/span&gt;-se em íntimo&lt;br /&gt;Enaltecidos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;internautas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Corruptíveis&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;corruptos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;nauseabundos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;pois seus corpos infecundos&lt;br /&gt;São o que há de apocalíptico&lt;br /&gt;Bélicos, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;blasfeminadores&lt;/span&gt; da obscuridade&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;Psicodélicos&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;efêmeros&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não tem sexo ou &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;gênero&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São coisas&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Òrbitas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Natureza morta&lt;br /&gt;Ofusca o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;angiosperma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Trucida o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;gênese&lt;/span&gt; lírico&lt;br /&gt;E no globo-ocular&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;Dicípa&lt;/span&gt;-se a larva&lt;br /&gt;Surge o verme&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5575904014090622444-401100530896025601?l=alegoriasdeumavida.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/feeds/401100530896025601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5575904014090622444&amp;postID=401100530896025601' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/401100530896025601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5575904014090622444/posts/default/401100530896025601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alegoriasdeumavida.blogspot.com/2008/08/merecedores-do-caos.html' title='Merecedores do Caos'/><author><name>Gil Lemos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15593703862839299116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3ODZkEOflRE/SsihqwBjUxI/AAAAAAAAAG0/XVTtZaCF5Vk/S220/Gil_msn.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
